O e-mail marketing ainda é a ferramenta mais efetiva em conversão de vendas online. Isso pode até soar estranho, pois você mesmo já não deve dar tanta atenção para os e-mails promocionais que recebe, certo?

Porém, pensemos juntos: será que você está recebendo os e-mails corretos, realmente relevantes pra você? Já parou para pensar quando foi a última vez que se inscreveu em uma newsletter ou assinou algum canal? Se de fato faz muito tempo, isso prova que esses e-mails que você anda recebendo já não são assim tão interessantes para você.

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Mas, imagine agora que você optou por receber notícias ou ofertas de uma determinada página. Neste momento, você está interessado no que esta marca ou pessoa tem a dizer, certo?

O E-mail marketing pode não parecer tão “cool” e interativo quanto as redes sociais, mas também não enfrenta a mesma concorrência que seu post perdido em uma timeline do Facebook.

Abaixo, apresentamos 3 motivos que melhoram a má reputação do e-mail marketing e que poderão mudar sua percepção sobre este injustiçado meio de comunicação:

1. O e-mail marketing tem alcance maior e mais assertivo que as redes sociais.

Segundo pesquisa elaborada pela Exact Target, 46% dos brasileiros acessam seus e-mails assim que tem contato com o meio digital, tornando o horário da manhã o ponto alto para as campanhas de e-mail. Esse mesmo estudo aponta que, no Brasil, 91% dos usuários de e-mail são assinantes do newsletter de alguma marca ou empresa, sendo, portanto, um número maior do que os 77% que responderam já ter interagido com uma marca no Facebook. Isso significa que a grande maioria das pessoas receberá o seu e-mail (caso sua lista seja totalmente opt-in) sem depender de algoritmos de Newsfeed, como é o caso do Facebook, que exibem suas postagens para menos de 10% de seus assinantes, ou dezenas de novos assuntos em um minuto, caso do Twitter.

2. O e-mail marketing fica disponível por mais tempo, dando mais chances de o usuário visualizar a mensagem

Já é mais do que sabido que um post em rede social tem uma duração muito curta em relação ao e-mail. Um post de fanpage (sem patrocínio) no Facebook , por exemplo, se propaga para um alcance limitado por não mais que 24 horas (na verdade o tempo é bem menor que esse). Um tweet tem tempo de vida ainda mais curto dependendo da quantidade de contas seguidas pelo recebedor da mensagem. Já os e-mails não somem sozinhos, precisam ser apagados manualmente pelo usuário, estando sujeito ainda a ser atraído pelo assunto do e-mail na hora em que for apagá-lo . Ou seja, mesmo sendo “sentenciado à morte”, o e-mail ainda tem um possível último suspiro para atrair o usuário.

3. O ROI e taxa de conversão do e-mail marketing são os maiores

Segundo dados do Serasa Experian, o e-mail marketing possui a taxa de conversão mais eficiente entre todas as ferramentas de marketing online. Na pesquisa, 500 mil consumidores de todo o Brasil foram monitorados e os dados apontam que a taxa de conversão média do e-mail é de 2,53%. Somando isso à taxa de participação na conversão assistida, que é o dado que mede as vendas sem considerar o último clique, temos 14,14%, o que nos permite afirmar que o e-mail marketing possui um ROI difícil de bater.

E aí, depois de ler esses dados você ainda quer estar entre os 10% dos empresários brasileiros que não investe no e-mail como forma de venda?


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